Segundo recente matéria da DefenseNews, a Força Espacial dos EUA está intensificando seus esforços para se preparar para potenciais conflitos espaciais, estabelecendo uma meta de prontidão total até 2026. A campanha, iniciada no verão americano, visa integrar completamente quatro sistemas confidenciais de comando e controle (C2) na arquitetura de defesa espacial, priorizando a interoperabilidade entre os sistemas e processos que garantem decisões táticas confiáveis.
Impulsionada pela diretiva do Gen. Stephen Whiting, comandante do Comando Espacial dos EUA, a Força Espacial está elaborando um roteiro para futuras integrações de sistemas C2. Segundo Claire Leon, responsável pela integração de sistemas no Comando de Sistemas Espaciais, essa iniciativa busca garantir prontidão em um ambiente espacial cada vez mais contestado.
A Força Espacial define “cadeias de eliminação” (kill chains) ou “threads de missão” (mission threads) como sequências de sistemas e operações que precisam se conectar em resposta a ameaças, como mísseis antissatélite. Essas sequências incluem detecção, processamento de dados e avaliação de respostas, compondo uma cadeia essencial de defesa.
Embora a Força Espacial tenha trabalhado para resolver lacunas em suas capacidades, a coordenação entre o Departamento de Defesa e agências de inteligência tem sido um desafio. Segundo Whiting, ter uma arquitetura C2 resiliente e eficiente é essencial para proteger as capacidades espaciais e a Força Conjunta contra ameaças espaciais.
Claire Leon destacou o progresso no projeto, mas ressaltou que um dos maiores desafios é a obtenção de autorizações de segurança para o pessoal. A Força Espacial está coordenando o esforço com várias organizações e pode precisar alocar recursos de outros projetos para cumprir o cronograma de prontidão total até 2026.
Fonte: DefenseNews.com
Descubra mais sobre InvestDefesa.org
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.
