Inteligência Artificial de Segunda Linha: O novo risco de dependência para as Forças Armadas ?

A dependência tecnológica das Forças Armadas de países em desenvolvimento, como o Brasil, é ressaltada pela evolução da guerra moderna, que enfatiza a importância da inteligência digital e segurança cibernética. A falta de autonomia no controle de algoritmos torna esses países vulneráveis a manipulações externas, evidenciando a necessidade urgente de desenvolver capacidades nacionais em IA e inovação tecnológica.

Reino Unido: Revisão Estratégica de Defesa 2025 e Lições para o Brasil

O “UK Strategic Defence Review 2025” enfatiza a modernização das Forças Armadas britânicas em resposta à instabilidade global, com investimentos em submarinos nucleares, novas ogivas, armamentos locais, tecnologias emergentes e um comando cibernético. A crise do setor de defesa também alerta o Brasil sobre a importância de um planejamento integrado e estratégico.

F-47: O Novo Caça-Conceito dos EUA e a Virada Tecnológica da Superioridade Aérea

O caça-conceito F-47, parte do programa Next Generation Air Dominance dos EUA, representa um avanço significativo em tecnologia militar e uma reconfiguração das alianças no Oriente Médio, especialmente com a Arábia Saudita. Com recursos moduláveis e integração de drones, o F-47 promete transformar a projeção de poder americano.

“Capacidade marsupial” no domínio naval: uma nova era para as operações navais autônomas?

Um artigo do Breaking Defense revela o crescente interesse do Comando de Operações Especiais dos EUA por embarcações não tripuladas armadas e introduz o conceito de “capacidade marsupial”, que envolve plataformas-mãe transportando drones menores. O Brasil também explora um conceito próximo a partir do Projeto Suppressor, que busca modernizar sua Marinha com sistemas autônomos.

Minas Gerais e a Nova Corrida pelos Minerais Críticos: O Brasil na Vanguarda da Transição Energética e da Soberania Tecnológica

O Brasil, especialmente Minas Gerais, está se tornando crucial na produção de minerais críticos como lítio e nióbio, essenciais para a transição energética e defesa nacional. Com investimentos significativos, é vital desenvolver políticas que integrem inovação, sustentabilidade e parcerias estratégicas, evitando a dependência externa e promovendo a autonomia tecnológica.